Cantinas em Escolas

Há dois meses venho tentando na Prefeitura Municipal de Araruama resolver a questão de Licitação e Alvará para a minha cantina na Escola Municipal Moyses Ramalho...

8 de março - Dia Internacional da Mulher

A Prefeitura de Araruama, através da Secretaria Municipal da Terceira Idade e Desenvolvimento Humano, está preparando uma programação especial para o Dia Internacional da Mulher, comemorado no dia 8 de março.

De divas a fadas cabeludas; confira fantasias que desfilaram por Olinda

Carnaval de Olinda sem fantasias é algo impensável para os foliões. Nem o calor nem o sobe e desce ladeira intimida quem procura se destacar na multidão.

Grupo Especial encerra desfile empolgando o público na Morada do Samba

A noite começou com céu limpo e o público compareceu em peso no último dia de desfile das Escolas de Samba de Cabo Frio.

Japão decreta alerta nuclear; novo terremoto atinge região

O ministro do Comércio e da Indústria japonês, Banri Kaieda, admitiu nesta sexta-feira um vazamento na usina nuclear de Fukushima, depois de funcionários reportarem um aumento da pressão em um dos reatores após o terremoto.

31 de jan de 2011

Nem malhação, nem religião

 Quando a escritora americana Claire Dederer procurou aulas de ioga, diz ter escolhido uma escola decorada no estilo “não tenha medo, nós não somos um culto”. Pensou que talvez conseguisse o bumbum invejável de sua amiga Katrina, que também tinha aderido à prática. Riu da professora que disse se chamar Atosa, mas que tinha cara de Jennifer. Claire conta que encarava com ceticismo as pílulas de sabedoria oriental disparadas pelos professores entre um pranayama, exercício de respiração, e uma asana, nome dado às posturas de ioga. Criada por mãe e padrasto hippies, ela decidira que havia esgotado na infância sua cota de misticismo e práticas alternativas. Tudo o que queria era ficar flexível, magra e rija, sem as dores nas costas que a atormentavam. Mas a ioga deu a Claire mais do que ela procurava.
A mistura de técnicas de respiração e alongamento, criada há mais de 5 mil anos na Índia com o objetivo de preparar o corpo e a mente para atingir estados transcendentais, revelou sentimentos sufocados por Claire: a mágoa com o marido, que só se preocupava com as contas da casa, o incômodo com a proximidade da família e dos amigos, que exigiam que ela fosse a mãe perfeita, o ressentimento com a separação dos pais durante a infância. Melhor ainda, a prática rotineira das posturas e da respiração ajudou a escritora a superar esses problemas. É essa transformação por meio da ioga que Claire relata no livro recém-lançado nos Estados Unidos Poser: my life in twenty-three yoga poses (Minha vida em 23 posturas de ioga). Deverá chegar ao Brasil em maio, pela editora Sextante. Nele, Claire conta como cada exercício ajudou a decifrar um de seus sentimentos – sem que a ioga tenha proporcionado qualquer iluminação sobrenatural. “Como a prática exige concentração na respiração e nos movimentos, as pessoas aprendem a prestar atenção nelas mesmas”, diz Angela Alves, professora da escola Pratique Yoga, em São Paulo. Parece banal, tão corriqueiro quanto respirar, mas, na agitação do dia a dia, esse tipo de autopercepção passa ao largo.
Claire é apenas mais uma integrante da geração que resolveu estender o tapete de ioga (mat) ou se pendurar nas cordas para se conhecer. Para esses exploradores, pouco importa a modalidade de ioga: ashtanga (prima pela movimentação quase ininterrupta), iyengar (usa cordas e outros materiais para facilitar a execução dos exercícios), hatha (privilegia posturas), haja (enfatiza a meditação). Todas elas exigem mexer o corpo e exercitar a mente. E propiciam, com esse aprendizado, alguma forma de conforto e autoconhecimento. “Eu entro na aula Bin Laden e saio Dalai-Lama”, diz a enfermeira paulistana Ana Palmieri, de 46 anos, que pratica hatha ioga há quatro anos. 

No século passado a prática de ioga oscilou entre dois extremos – o da alma, na forma de uma religião ou filosofia, e o do corpo, como um exercício físico puro e simples. Nas décadas de 1960 e 1970, marcadas pela cultura hippie, o pêndulo oscilou para o lado da alma. Ioga era coisa de bicho-grilo, de quem queria atingir outros níveis de consciência ou curtir uma viagem espiritual. O entusiasmo de ídolos como os Beatles ajudou a reforçar o aspecto transcendental, fiel às origens indianas. A banda britânica adotou como guru o indiano Maharishi Mahesh Yogi, visitou seu ashram (comunidade religiosa) na Índia para aprender meditação e usou mantras em suas canções. No final dos anos 90, foi a vez do pêndulo oscilar para o lado do corpo. A cantora Madonna estampou capas de revistas com formas enxutas, obtidas com uma modalidade de ioga que virou moda nas academias, a ashtanga. Os alunos queriam músculos bem torneados. E só.
Nos últimos dez anos, no embalo de estudos científicos que mostram os efeitos da ioga sobre o cérebro e o organismo, a prática se tornou menos do que uma filosofia e mais do que uma atividade física. Encontrou um novo centro entre Beatles e Madonna. “Hoje, os praticantes não estão em uma busca espiritual nem querem apenas um corpo perfeito”, diz Shakti Leal, coordenadora do Espaço Nirvana, estúdio de ioga no Rio de Janeiro. “Eles querem o bem-estar da mente.” O componente espiritual da ioga se transmutou no Ocidente em satisfação. “Com a separação entre ciência e religião em nossa sociedade, cuidar do corpo e da mente ganhou um significado semelhante ao de cuidar do espírito”, afirma o antropólogo Silas Guerriero, pesquisador de ciências da religião da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo.
A ciência começa a explicar por que praticantes de ioga narram sensações de conforto físico e mental. Os pesquisadores submeteram adeptos a exames que medem a atividade elétrica do cérebro e descobriram que a calma e a clareza de ideias relatadas pelos alunos se devem aos efeitos da ioga sobre a atividade dos neurônios. Ao centrar a atenção em nossa respiração e nos mantras, mandamos para o cérebro a mensagem de que ele pode desacelerar. Com isso, aumentam as ondas cerebrais do tipo alfa, associadas ao estado de atenção relaxada. É o suficiente para manter nosso raciocínio afiado, mas sem aumentar a ansiedade. Em novembro, cientistas americanos anunciaram a descoberta de mais um mecanismo de atuação da ioga sobre o bem-estar. A equipe do neurologista Chris Streeter, da Escola de Medicina da Universidade Boston, constatou que o cérebro de praticantes tinha quantidade maior de uma substância relacionada a baixos níveis de ansiedade. A divulgação desse tipo de estudo teve um papel importante para consolidar a ioga como algo mais do que uma crença ou um simples exercício. “As pesquisas s estão ajudando a desmistificar a ioga”, diz o psicofisiologista Marcello Árias Dias Danucalov, que estuda os efeitos da prática sobre o cérebro. “As pessoas entenderam que a ioga é autoconhecimento sem misticismo.” 

Estudos científicos recentes mostram que a ioga ajuda a diminuir a ansiedade ao alterar a química do cérebro
Fã de corrida, natação e ciclismo, a apresentadora Cynthia Howlett, de 33 anos, deixa o tênis, a piscina e a bicicleta de lado para se alongar nas cordas ao menos duas vezes por semana. “A ioga é o momento que eu tenho para me acalmar”, diz. Praticante há dez anos, Cynthia havia dado um tempo nas aulas para se dedicar à dança e a outras atividades. Mas voltou há dois meses porque sentia falta da “onda” que a ioga proporciona. “Eu me desligo das preocupações da minha vida, que é muito corrida”, diz Cynthia, casada com o ator Eduardo Moscovis, mãe de Manuela, de 3 anos, apresentadora do canal GNT e estudante do 2o ano de nutrição, sua terceira faculdade (ela é formada em Direito e jornalismo). 

Essa nova geração de praticantes de ioga é formada por pessoas como Cynthia. São, sobretudo, mulheres, que se dividem entre casa, trabalho, marido e filhos. Elas encontram nas técnicas de respiração uma brecha para arejar as ideias. Nos exercícios de alongamento, uma oportunidade de expandir seus horizontes. Na estabilidade de uma postura, equilíbrio para viver. Muitas chegam aos estúdios de ioga à beira de um colapso emocional, pressionadas pelos múltiplos papéis que devem exercer. “Há uma pressão social para que a mulher se realize entre os 30 anos e 40 anos, como se seu prazo de validade estivesse para expirar”, diz o psiquiatra Alberto Goldin. “Sem ter como fugir do trabalho e da família, a mulher foge para dentro de si mesma.” Algumas com muito glamour.
A jornalista americana Elizabeth Gilbert decidiu que era hora de se conhecer depois de enfrentar o divórcio. Viajou por Itália e Indonésia, com direito a uma parada na Índia, para meditar em um ashram. A jornada de autoconhecimento rendeu o livro Comer, rezar, amar (Editora Objetiva), publicado em 2006. Campeão de vendas, virou no ano passado um filme de mesmo nome com a atriz Julia Roberts no papel de Liz. A britânica Lucy Edge escolheu o mesmo caminho da colega americana. Deixou uma carreira bem-sucedida em publicidade para se aventurar por ashrams. Suas descobertas na ioga já renderam dois livros: Yoga school dropout (algo como Fora da escola de ioga), publicado em 2004, e The handbag and wellies yoga club (Clube da ioga de maleta e galochas), lançado em 2009. A última a enveredar pelos mantras indianos foi a escritora Dani Shapiro. No ano passado, ela lançou no mercado americano o livro Devotion (Devoção) , em que conta como a ioga e outras filosofias ajudaram a dar sentido a seus momentos difíceis.
A artista plástica Soraya Lucato, de 41 anos, não precisou ir até a Índia para mudar sua vida. A transformação aconteceu gradualmente, ao longo de sete anos, em um estúdio de ioga, em São Paulo. Soraya, então gerente de projetos culturais em uma empresa multinacional, vivia estressada. Decidiu praticar ioga pela manhã para que a calma conseguida na aula durasse o dia todo. “Eu passei a me entender”, diz Soraya. “Percebi que precisava pensar mais em mim e menos nas situações que me estressavam.” Foi assim que parou de fumar. Há dois anos, ela praticava uma técnica de respiração, quando se deu conta de que fumava porque era o momento que tinha, no agito do cotidiano, para respirar. “Nunca mais coloquei um cigarro na boca depois daquele dia”, afirma.
No ano passado, inspirada pelas percepções obtidas na prática da ioga, ela tomou uma decisão mais radical. Pediu demissão do emprego e partiu para fazer um curso de especialização em artes na França. No próximo mês, Soraya vai inaugurar seu novo estúdio, onde ensinará adultos e crianças a lidar com estresse por meio da pintura. O insight não aconteceu durante uma postura específica, como a americana Claire relata em vários episódios de seu livro (leia o quadro abaixo). Soraya diz que a ioga mudou aos poucos sua forma de pensar: “Quando entoo mantras, é como se eu liberasse espaço no meu cérebro para entender o que quero de verdade na vida e o que está me incomodando”.
Mesmo os adeptos da ioga em sua forma tradicional – como Pedro Kupfer, um dos fundadores da Aliança do Yoga, organização que reúne instrutores da prática – reconhecem que a filosofia admite múltiplas interpretações. “Algumas formas de ioga pedem a mesma fé que a religião exige. Outras pedem que a pessoa compreenda quem ela é sem apelar a nenhum tipo de crença”, diz ele. “Essa flexibilidade torna a ioga muito versátil e atraente nos dias atuais, quando algumas das grandes religiões parecem ter perdido a força e as pessoas não se contentam nem se preenchem com o materialismo nem com o humanismo.” A jornalista americana Stefanie Syman, autora do livro Subtle body (algo como Corpo hábil), em que conta como a prática indiana foi adaptada ao pensamento ocidental, diz que a transformação da ioga em uma atividade inteiramente secular não é ruim. “O que importa é que as pessoas podem se beneficiar da ioga ao reduzirem seu nível de estresse.” 



Enquanto os tradicionalistas continuam usando a ioga como ferramenta para se conectar ao sagrado e uma nova geração busca o bem-estar da mente, há quem ofereça apenas os benefícios físicos da atividade. A nova sensação da ioga em Nova York é a escola Strala Yoga, criada pela ex-modelo Tara Stiles. Tara tem causado polêmica por ter eliminado qualquer referência ao componente espiritual da prática. Ela diz querer popularizar a ioga. Por isso, aboliu os nomes em sânscrito das posturas ou suas traduções já consagradas. Está sendo acusada de “Mcdonaldizar” a milenar tradição hindu em mais uma aula de ginástica.
Talvez o segredo da ioga para conquistar praticantes de perfis tão diversos seja justamente sua característica multifacetada. “A ioga atinge diferentes níveis: corpo, mente e espírito”, diz Camila Ferreira-Vorkapic, pesquisadora da Universidade Federal do Rio de Janeiro, que estuda os efeitos psicológicos da prática. “Cada pessoa escolhe qual aspecto quer desenvolver.” Para a escritora americana Claire, é o mistério que encanta na ioga. “É algo que você faz com seu corpo, mas cujo efeito se propaga para todas as áreas da vida”, diz. “Aprendi lições incontestáveis sobre como viver.” 
Fonte: Veja

Elas fazem um mundo melhor

 
Existe um traço comum nas ações sociais que chegaram à etapa final do Projeto Generosidade 2010 – todas pretendem transformar a realidade. “A ideia do Generosidade é ambiciosa”, afirma Bizuka Corrêa, coordenadora do projeto. “Não queremos só premiar, mas dar visibilidade a ações que, de outro modo, não seriam conhecidas. É para inspirar.” Esta edição contou com o envio de 206 relatos para o site do projeto e 56 reportagens publicadas pelas revistas da Editora.
Há entidades que formam empreendedores, pois acreditam que a geração de renda cria pessoas independentes e produtivas. Outras veem na educação de qualidade e na geração de emprego a chance de mudar destinos. Há iniciativas que desafiam o estado das coisas: o engenheiro José Roberto Fonseca descobriu um jeito de levar água ao sertão alagoano. A ONG Juriti leva a internet aos rincões do Ceará, enquanto na Vez da Voz os deficientes produzem um telejornal para pessoas como eles. O TV Cela, um programa feito e apresentado por detentas, virou ferramenta de inclusão social dentro da cadeia. E há mais: uma entidade ajuda crianças a enfrentar os percalços do câncer, ao mesmo tempo que outra dá apoio a jovens mães que buscam se livrar das drogas e da prostituição. É a divulgação de histórias como essas – que você conhecerá com detalhes nas próximas páginas – que move o Generosidade.

 
Um telejornal feito por (e para) deficientes
Vez da Voz, São Paulo (SP)
Cláudia Cotes é uma inquieta fonoaudióloga que sonha com um mundo para todo mundo. Um lugar que inclua todo tipo de pessoa, com todo tipo de deficiência. Ela criou o primeiro jornal brasileiro da internet, o Tele Libras, traduzido para todos os públicos. Nele, há audiodescrição e interpretação em Libras, linguagem de sinais usada por surdos. A apresentação é feita por deficientes (cadeirantes, surdos, cegos, com síndrome de Down). Eles querem quebrar as barreiras da comunicação e as impostas pelo preconceito.
O que faria com a doação:
“Transformaria mais pessoas com deficiência em repórteres e montaria um estúdio de TV” 


 Uma revolução na comunidade
Eco-Engenho, São José da Tapera (AL)
O ano de 2003 transformou a vida do engenheiro José Roberto Fonseca e a de 36 famílias de uma comunidade rural de Alagoas. Elas aprenderam a cultivar pimentas que são vendidas em hotéis de luxo e no aeroporto. Isso foi possível porque o engenheiro adequou água salobra ao consumo humano e à plantação, instalou cisternas para a captação de água da chuva e implantou um mecanismo que garante o fornecimento de energia. O plantio proporciona um salário mínimo por família, em média.
O que faria com a doação:
“Consolidaria o abastecimento de água, construindo uma adutora. Faria uma estufa para o cultivo de pimentas raras. Criaria um fundo de microcrédito” 


Estilo e renda em lugares improváveis
Design Possível, São Paulo (SP)
Usar o design como ferramenta de transformação social. Essa é a missão de uma organização criada por professores. Ela capacita moradores da periferia, detentos e membros da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae) para que eles se tornem artesãos e empreendedores. A formação dura três anos e já permitiu que ex-alunas abrissem empresas e vendessem peças a lojas da rede Tok&Stok.
O que faria com a doação:
“Levaria a iniciativa a outras partes do Brasil e desenvolveria um sistema aberto de gestão, que poderia ser copiado por outras ONGs. Ampliaria o crédito aos artesãos” 


Todo mundo pode acessar a internet
Juriti, Juazeiro do Norte (CE)
Uma carcaça de um antigo ônibus americano, um motor Mercedes-Benz e o espírito generoso de 35 pessoas transformaram sucata em uma lan house ambulante. O Expresso Digital, como foi batizada, tem oito computadores com acesso à internet. Do lado de fora, há dez laptops que são usados por crianças. Mais de 34 mil usuários já foram beneficiados pelas andanças do ônibus, inclusive os mais arredios à tecnologia.
O que faria com a doação:
“Garantiria a continuidade das atividades, compraria mais computadores e investiria na formação de novos educadores” 


Um abrigo para mães adolescentes
Lua Nova, Sorocaba (SP)
Oferecer apoio e abrigo para mães que lutam para deixar as drogas e a prostituição é o objetivo da Lua Nova, que já atendeu mais de 3.500 mães e seus filhos desde sua criação, em 2000. O projeto foi idealizado pela psicóloga Raquel Barros, que começou a trabalhar como voluntária na Itália. Lá, ela ajudava mulheres que haviam engravidado sem planejamento. Aqui, as jovens mães atendidas – elas têm entre 13 e 18 anos – aprendem a fabricar bonecas, fazer pães, docinhos e salgadinhos para festas e são ensinadas a construir a própria casa. Elas também discutem seu papel de mãe e como lutar por um futuro melhor para si e as crianças.
O que faria com a doação:
“Construiria um local maior para acolher mais mães” 


 Uma chance para a ressocialização
TV Cela, Votorantim (SP)
Imagine um programa de TV feito por detentas. Os temas versam sobre o futuro, a esperança de liberdade. Esse programa existe, chama-se TV cela e é veiculado em canais comunitários. Cuidam dele as reeducandas da Cadeia Pública Feminina de Votorantim, com o apoio dos jornalistas Werinton Kermes e Luciana Lopez, idealizadores do projeto. A simplicidade do estúdio montado no corredor da cadeia contrasta com o profissionalismo das moças, que sonham em reconstruir a vida.
O que faria com a doação:
“Investiria em formação, numa cooperativa e na contratação de assistentes sociais para as detentas” 


 Onde os alunos aprendem de verdade
Educadores Sem Fronteiras, São Paulo (SP)
Corrigir falhas no ensino público é o que move Nádia Sacramento, que sentiu na pele o que é ter uma educação insuficiente. Hoje, ela é formada em letras e cuida da Educadores Sem Fronteiras, entidade que atua no Jardim Ângela. O professor não avança enquanto o aluno não compreender o conteúdo. Vale até levar os alunos ao cinema e ao teatro. Eles aprendem, os boletins melhoram e se torna possível chegar ao ensino técnico e à faculdade.
O que faria com a doação:
“Construiria uma rede de compartilhamento pela web, viabilizando a educação à distância e, ao mesmo tempo, valorizando educadores regionais” 


 Ajuda para ganhar dinheiro
Acreditar, Glória do Goitá (PE)
Na Zona da Mata pernambucana, a palavra empenhada basta como garantia para obter empréstimos. A ideia foi da Organização Não Governamental Serta. Com apenas R$ 10 mil, boa parte conseguida com a venda de comida e bebida em uma festa, a entidade montou um programa de microcrédito rural que ajudou a formar 600 empreendedores em uma área onde a tradição é viver do corte de cana.
O que faria com a doação:
“Aumentaria os recursos para empréstimos a jovens e mulheres. Criaria um fundo para valorizar empreendedores de sucesso e inspirar outros. Fortaleceria os programas de educação financeira” 


Apoio para enfrentar o câncer
Ahpas, São Paulo (SP)
Com quatro Kombis, oito funcionários e 42 voluntários, a Ahpas oferece transporte gratuito a 30 crianças e jovens carentes que têm câncer. Eles precisam ser tratados em hospitais que ficam em áreas centrais da cidade e, portanto, longe de casa, na periferia. “Não é só a questão de transportá-los. A doença os deixa frágeis, com baixa estima. Um transporte particular evita que fiquem ainda mais abalados com olhares de preconceito ou piedade”, diz Tatiana Piccardi, presidente da entidade.
O que faria com a doação:
“Compraria dois veículos novos e contrataria dois motoristas para atender mais 12 pacientes” 


Emprego para moradores de rua
Coopamare, São Paulo (SP)
Há 21 anos, quando chegaram a uma área nobre do bairro de Pinheiros, os ex-moradores de rua que trabalham na Coopamare, cooperativa de catadores, tiveram de enfrentar a resistência de alguns moradores. Hoje, eles reconhecem a importância do trabalho das pessoas que, todos os dias, separam 3 toneladas de sacos de lixo. Cerca de 20% vêm da vizinhança. Tudo é vendido a indústrias de reciclagem e gera renda de até R$ 1.000 mensais para cada trabalhador.
O que faria com a doação:
“Investiria na manutenção de equipamentos, construiria banheiros e reformaria duas áreas. Trocaria o piso, feito de terra batida” 




Fonte: Veja 
 

Chinês consegue encher balões com o ouvido

O chinês Zhang Xijiang, de 36 anos, tem um talento incomum. Ele consegue encher balões e até câmaras de pneu de bicicleta com o ouvido. Quando Zhang era criança, seus pais chegaram a ficar preocupados com o fato de o filho conseguir "respirar" pelo ouvido, mas os médicos não encontraram nenhum problema, segundo o jornal inglês "Daily Telegraph".

Zhang Xijiang consegue encher balões com o ouvido. (Foto: Reprodução)

Há décadas, entrar na universidade é dura missão no Brasil

Não é de hoje que os estudantes brasileiros enfrentam uma dura batalha para garantir uma vaga na universidade. O vestibular foi instituído no Brasil em 1911, por meio de um decreto governamental. Desde então, o governo e as instituições de ensino têm feito sucessivas mudanças nos exames – nem todas positivas. A Reforma Universitária de 1969, por exemplo, estabeleceu o critério classificatório para a entrada nas universidades. Mas também instituiu a  data única de vestibular a todas as escolas superiores oficiais – ideia fracassada, como mostrou reportagem de VEJA de 1972. Quarenta anos depois, o novo Enem surgia como a maior transformação nesse tipo de prova desde 1911 – e como uma versão aprimorada do vestibular unificado. E agora tenta sobreviver às trapalhadas do governo para não se tornar outro fracasso.
“Quero água, tenho sede”, suplicou a um dos fiscais encarregados de o vigiar, num tom entre o vago e desesperado. Semiconsciente, cambaleando pelos corredores do Maracanã, o rapaz foi conduzido a um dos postos médicos instalados no estádio. A quem lhe perguntasse o nome, respondia atônito: “Setor 48, que horas são?” O candidato do setor 48 do Maracanã é apenas um simples figurante do carnaval às avessas que tomou conta do país desde as 8 horas da manhã do último dia 7 – início dos vestibulares de todas as universidades públicas brasileiras.
Em Belo Horizonte, 1204 estudantes foram atendidos pelo serviço médico instalado no Mineirão. Os casos mais comuns eram de vômitos, diarreias, disenterias, desidatração – as “doenças do vestibular”, causadas por tensão nervosa ou exposição demorada sob o sol intenso. Mas, se em seu conjunto os vestibulares permaneceram antes de mais nada como penosos testes de resistência física, a temperatura da disputa está apresentando variações tão grandes quanto as que separam os trópicos das regiões polares. Em São Paulo, por exemplo, a média mínima para a classificação na Faculdade de Medicina da Santa Casa foi de 6,7. Mais de 3600 candidatos disputaram cem vagas. Ao mesmo tempo, em Bauru, no interior do estado, o primeiro colocado no Instituto Toledo de Ensino, entre 388 concorrentes, obteve 4,5 em português.
Apenas nos últimos 20 anos, o número de estudantes que passaram a tentar ingressar no ensino superior triplicou. Para atender às novas necessidades do ensino superior no país, que cresce a cada ano, o governo federal decidiu consolidar um sistema nacional de admissão. Em 2009, foi criado o novo o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), substituto do vestibular em centenas de universidades públicas e particulares do país. O exame trazia ainda uma importante novidade: a priorização do raciocínio lógico em detrimento da decoreba. O sistema unificado de admissão às universidades é algo que o Brasil começou a fazer com atraso em relação ao resto do mundo. Já é assim no Chile, no Japão, na China e em grande parte da Europa.
Mais complexa e abrangente do que o extinto Enem, criado pelo MEC em 1998, a nova prova foi concebida sob a inspiração do SAT, o exame de admissão às universidades americanas, e do Pisa, teste internacional que afere a qualidade do ensino. O que era para ser uma boa ideia, porém, tornou-se motivo de angústias e indefinições para os estudantes. Já no primeiro ano de sua aplicação, o Enem tornou-se caso de polícia: o exame foi surrupiado da gráfica, em São Paulo, por funcionários do próprio consórcio responsável por sua elaboração e distribuição da prova. E a sequência de trapalhadas do Ministério da Educação não parou por aí. Houve ainda vazamento de dados de candidatos e, em 2011, versões do exame apresentavam erros no enunciado.
É importante para o país que o governo recupere a credibilidade do Enem. E as soluções para que o exame sobreviva e se imponha aos erros existem. Elas passam pela simplicidade. É preciso descentralizar o Enem. Ao aplicar uma única prova a todos os estudantes e centralizar sua gigantesca logística num órgão oficial, o Brasil caminha em direção inversa à de países que primam pelo bom ensino. A existência de um exame único traz outro efeito colateral, este no campo acadêmico. Em muitos países, há provas diferentes para distintas áreas de conhecimento. O aluno pode escolher os testes a que vai se submeter de acordo com as exigências das universidades que almeja. Facilitar a vida do estudante numa fase de tantas expectativas é uma boa intenção, mas, no Brasil, a iniciativa submergiu em meio à sucessão de falhas do governo.
Fonte: Veja

Ferrari apreendida por multas completa um mês em pátio de SP

Uma Ferrari F-360 Modena está retida há mais de um mês no pátio da DER de Bertioga, no Litoral Norte de São Paulo. O veículo foi apreendido pela Polícia Rodoviária no dia 29 de dezembro de 2010 por causa do acúmulo de multas e impostos estaduais e federais pelo dono do veículo, que é de Praia Grande. Desde então, a Ferrari se tornou atração no local. Até a manhã desta segunda-feira (31), o carro ainda não havia sido retirado do pátio. Segundo a tabela Fipe, a Ferrari F-360 Modena custa entre R$ 445 mil (ano 1999) e R$ 501 mil (ano 2001). O DER não informou o ano do veículo apreendido (Foto: Carlos Cecconello/Folhapress)

Carro custa entre R$ 445 mil e R$ 501 mil.
Veículo foi apreendido por causa do acúmulo de multas e impostos.

 

Termina nesta segunda o prazo para matrículas do Sisu

O candidato que não efetuar a matrícula perderá automaticamente a vaga

Termina nesta segunda-feira o prazo para matrículas dos estudantes aprovados no Sistema de Seleção Unificada (Sisu). Quem não comparecer a instituição de ensino superior que escolheu e foi aprovado perde automaticamente a vaga. Os documentos necessários variam de acordo com as universidades e podem ser consultados no boletim individual do aluno, no site do Sisu.

Caso todas as vagas não sejam preenchidas, a segunda chamada será conhecida no dia 4 de fevereiro, com matrículas entre os dias 8 e 9. A terceira e última chamada sairá no dia 13 de fevereiro. O período entre 15 e 16 será reservado para matrículas. Aqueles que ficarem na lista de espera deverão demonstrar interesse na vaga entre os dias 13 e 17 de fevereiro. Ao fim das três chamadas, em caso de vagas ainda não ocupadas, as instituições, a critério de cada uma, convocarão os candidatos a partir da lista de espera elaborada pelo sistema do Sisu.

Criado em 2009, o Sisu unifica a oferta de vagas em instituições públicas de ensino superior. Os estudantes são selecionados a partir da nota obtida no Enem em três chamadas subsequentes. Nesta edição, serão oferecidas 83.125 vagas em 83 instituições, sendo 39 universidades federais. Só puderam participar do processo de seleção os estudantes que realizaram o Enem 2010.
Fonte: Veja
 

Vem ai a 2ª etapa do Circuito UPwind 26 e 27 de Fevereiro na Base II em Arraial do Cabo

Ferlagos e FEMPERJ fecham parceria e oferecem curso na área de Ministério Público

A partir de agora, quem mora nas cidades da Região dos Lagos e segue a carreira do Direito, não precisa mais seguir em direção aos grandes centros para se preparar e conquistar uma vaga no Ministério Público. A Ferlagos (Fundação Educacional da Região dos Lagos) e a FEMPERJ (Fundação Escola Superior do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro) acabam de fechar uma importante parceria, e passam a oferecer, já a partir desta terça-feira (dia 1º de fevereiro), Curso Preparatório Telepresencial com aulas ao vivo, por videoconferência.
- Na verdade, estaremos teletransmitindo a aula de uma turma regular presencial da FEMPERJ, que é a instituição autorizada a prepara os profissionais da área de Direito para a carreira inicial do Ministério Público, explicou a Dra Claudia Bastos, professora de Direito dos cursos de Administração e Ciências Contábeis da Ferlagos.
O curso será realizado de segunda à sexta, das 18 às 21 horas, ou aos sábados das 8 às 17 horas (com uma hora de intervalo para almoço), no prédio da Ferlagos (Avenida Júlia Kubitscheck, 80, Jardim Flamboyant, próximo à rodoviária de Cabo Frio). Para as turmas do período noturno o curso terá duração de aproximadamente 16 meses. Já aos sábados, ele será dividido em duas etapas de 12 meses cada.
- Ao longo do curso o aluno terá tido aulas de todas as disciplinas que são cobradas no concurso para o Ministério Público: Civil Geral, Obrigações e Contratos, CDC, Reais, Família, Sucessões, ECA, Responsabilidade Civil, Processo Civil, Tutela Coletiva, Penal Geral, Penal Especial, Penal Legislação Especial, Processo Penal, Constitucional, Administrativo, Tributário, Empresarial, Eleitoral, Ambiental e Princípios Institucionais do Ministério Público, explicou a professora, lembrando que ao longo do curso o aluno deverá fazer avaliações e obter média 7,0 em todas as disciplinas a fim de obter certificado ao final do curso. ?O certificado da FEMPERJ é válido como título para a prova do Ministério Público?.
Mas as boas notícias não param. A Dra Claudia informa, ainda, que ao longo do curso haverá uma prova de ingresso para o Módulo de Prática Jurídica, que funciona como um estágio no Ministério Público. ?Serão disponibilizadas vagas para a Região dos Lagos que beneficiarão, aproximadamente, 10% do total de alunos da turma?. A matrícula já está aberta, e pode ser feita através do site da FEMPERJ (http://www.femperj.org.br), onde os interessados também poderão ter acesso a informações sobre as disciplinas e outros assuntos. A taxa de inscrição custa R$ 60, e a mensalidade R$ 350.
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Cristiane Zotich
Assessora de Comunicação
(22) 9211-9030
(22) 9946-0920
www.ferlagos.br
Twitter: @ferlagosbr

29 de jan de 2011

Educação anuncia III Jornada Pedagógica (Programação)

 A Prefeitura de Araruama, através da Secretaria Municipal de Educação, realizará nos dias 2, 3 e 4, das 9 às 12 horas e das 14 às 17 horas, a III Jornada Pedagógica, evento voltado para profissionais da rede municipal. Além de integrar a programação dos 152 anos do município, a atividade também marca a abertura do calendário letivo 2011. O evento acontecerá no templo da Igreja Internacional da Graça de Deus, na Avenida Brasil, 405, Centro.
De acordo com a secretária Vera Maria Pinto de Figueiredo, o objetivo da Jornada “é promover momentos de atualização e formação continuada, de aprofundamento cultural, compartilhamento de vivências e emoções e conteúdos imprescindíveis ao ofício de mestre”. Para isso, vários profissionais da área educacional, mestres e doutores foram convidados para palestrar no evento.
- Teremos o Dr Jair Passos abordando o tema “Maestria na arte de educar: essência do processo educativo”; a Dra Angela Buarque, pesquisadora da arqueologia local cuja tese de doutorado foi defendida na França, também está confirmada, e vai falar sobre “A Cultura Tupinambá em Araruama”. Dra Heloísa Luck reforçará a importância da integração entre profissionais da escola, com o tema “Trio Gestor: supervisores, gestores e coordenadores”, e o Dr Henrique Oswald, Diretor Geral do Sistema GPI, ampliará o universo educador com palestra sobre a mais moderna ferramenta de avaliação – a Teoria da Resposta ao Item (TRI) sob o tema: “Avaliando a Avaliação” – enumerou a secretária, lembrando que as palestras acontecem, sempre, no período da manhã.
À tarde, das 14 às 17 horas, serão oferecidas cerca de 25 oficinas pedagógicas para os profissionais da área. Mas, para participar, é preciso que o educador se credencie, antecipadamente, na unidade escolar onde as oficinas serão realizadas. Segue a programação:

Oficina 01
Tema: “A inter-relação entre ensino fundamental e a formação dos futuros trabalhadores: mitos e verdades”
Oficineira: Glauce Batista
Clientela: professores de geografia
Local: E. M. Politécnica

Oficina 02
Tema: “O perfil do professor da EJA”
Oficineiro: Pedro Paulo Almeida
Clientela: professores da EJA
Local: E. M. Politécnica

Oficina 03
Tema: “Aprendendo com o ensino da Matemática”
Oficineiro: Antônio Espósito Junior e Mônica Fernandes Raposo.
Clientela: professores de matemática
Local: E. M. Politécnica

Oficina 04
Tema: “Educação Física Adaptada aos portadores de necessidades especiais”
Oficineiro: M.Sc. Sérgio Castro
Clientela: professores de Ed. Física
Local: Complexo Darcy Ribeiro

Oficina 05
Tema: ”Educação Ambiental - Histórias e canções para preservar”
Oficineira: Zilma Martins
Clientela: pofessores da Infantil
Local: Complexo Darcy Ribeiro

Palestra 06
Tema: “Tupinambá em Araruama: mudança e continuidade na ocupação ceramista. Uma intensa e longa permanência
Palestrante: Ângela Buarque e Jeanne Cordeiro
Clientela: professores de história, ciências e geografia
Local: Teatro Municipal

Oficina 07
Tema: “Mídias na Educação”
Oficineiro: Hudson Pinto
Local: E.M. Politécnica

Oficina 08
Tema: “Libras para todos os brasileiros”
Oficineiro: Eduardo Fontoura
Clientela: professores do primeiro segmento
Local: E. M. Politécnica

Oficina 09
Tema: “Dinamização da Sala de Leitura”
Oficineira: Luciane Saraiva
Clientela: professores da sala de leitura
Local: E. M. Politécnica

Oficina 10
Tema: ”Arte e Agroecologia: um caminho para a interdisciplinaridade”
Oficineira: Mariane Fernandes Catanzaro
Clientela: professores de Ed. Artística
Local: E. M. Politécnica

Oficina 11
Tema: “Alfaletrando”
Oficineira: Ana Paula Barbosa
Local: E. M. Politécnica

Oficina 12
Tema: “Brincadeiras de Crianças”
Oficineira: Sônia Corecha
Clientela: professores da Ed. Infantil

Oficina 13
Tema: “Ensinando através das atividades lúdicas - Inclusão”
Oficineiras: Cassinha, Luciana
Clientela: professores do primeiro segmento
Local: E. M. Politécnica

Oficina 14
Tema: “Construção do conhecimento Matemático  em ação”
Oficineira: Carolina Fonseca
Clientela: professores de Matemática
Local: E. M. Politécnica

Oficina 15
Tema: “Cuidados especiais na prática da Educação Física .”
Oficineiro: Prof. M. Sc. Frederico Pecorone Matos
Clientela: professores de Ed. Física
Local: Complexo Darcy ribeiro

Oficina 16
Tema:“A sustentabilidade na Educação do Campo”
Oficineiro: Marcus Pinheiro, Ana Paula e Leila
Clientela: professores do primeiro segmento – Escolas do Campo
Local: Complexo Darcy Ribeiro

Oficina 17
Tema: “Contribuições para a (re)construção de novas perspectivas a partir da lei 11 645/08”
Oficineiro: Ralph Franco Mattos Russo
Clientela: professores de história
Local: E. M. Politécnica

Oficina 18
Tema: “Alfaletrando”
Oficineira: Ana Paula Barbosa
Local: E. M. Politécnica

Oficina 19
Tema: “Ecoturismo Sustentável”
Oficineiros: Erasmo Carlos , Izabel Araujo  e Eliane Pinto
Clientela: professores do segundo segmento (diferentes áreas) e OPs
Aula passeio com os professores de ciências.

Oficina 20
Tema: “Educação Física Escolar”
Oficineiro: Rodrigo Vale
Local: Complexo Darcy Ribeiro

Oficina 21
Tema: “Trabalhando com a diversidade – Educação e surdez”
Oficineira: Marise Pôrto
Clientela: professores do 1º segmento
Local: E. M Politécnica

Oficina 22
Tema: “A arte de ler e contar histórias”
Oficineira: Sonia Corecha
Clientela: professores do primeiro segmento.
Local: E. M. Politécnica

Oficina 23
Tema: “A alfabetização pós-construtivista e as possibilidades de ensinar e aprender”
Oficineira: Adriana F. Parisotto
Local: Politécnica

Oficina 24
Tema: “Mandala Agrícola”
Oficineiros: Luiz Alberto, Alfredo Galhões, André Luiz, Alberto de Gois, Geovana Terra
Clientela: direção e professores das escolas do campo

Oficina 25
Tema: “Artesanato em Bambu”
Oficineiros: Dalti, Alberto de Gois e Geovana Terra
Clientela: professores de Ed. Artística
Prefeitura de Araruama

Araruama completa 152 anos com shows e inaugurações

No próximo dia 6, Araruama completa 152 anos de emancipação político-administrativa. Para comemorar a data, a Prefeitura Municipal vai oferecer à população vários shows com artistas locais e nacionais. Entre eles, Jorge Ben Jor, no dia 5, na Praça de Eventos da Pontinha. Serão 20 dias de intensa atividade esportiva, cultural e educacional, além de shows e inaugurações em vários pontos da cidade. Ao todo, 11 obras serão inauguradas. A primeira será a Praça Zélio Ribeiro, no Corte, às 19 horas do dia 1º. No dia 2, também às 19 horas, os moradores de Boa Perna receberão a Praça Alício Figueiredo. A Praça Loteamento de Norival Carvalho será entregue à população às 19 horas do dia 3, e a Praça Santo Antônio, em Viaduto, será inaugurada às 19 horas do dia 4.
No sábado (dia 5), a população de São Vicente receberá uma das maiores obras do governo André Mônica: a Escola Municipal Edemundo Pereira de Sá Carvalho, um complexo educacional de 1.153 m² de área construída, com 12 salas de aula, salas multiuso e banheiros com acessibilidade. A inauguração está marcada para às 9 horas. Já na segunda-feira (7), às 9 horas, a prefeitura entregará a E.M. João Vasconcellos, totalmente reformada, aos moradores da Praça da Bandeira, e às 16 horas, Itatiquara receberá a nova E.M. João Nunes Pereira, reformada e ampliada. A E.M. Bruno Barreto Nametala, de Morro Moreno, também reformada e ampliada, será entregue à população de Morro Moreno às 9 horas do dia 8. No mesmo dia, às 18 horas, o prefeito André Mônica inaugura a quadra de grama sintética Elisio Nunes de Araujo, em Itatiquara. Parque Mataruna e Iguabinha também receberão praças de grama sintética (Carlomi de Bragança e Carlos Coutinho Teixeira de Mansilha), respectivamente, nos dias 9 e 10, às 18 horas.
O esporte também terá espaço na programação. Do dia 1º ao dia 3, a Praia do Centro receberá torneios de vôlei 4x4, futevôlei, beach soccer e futebol americano, a partir das 19 horas (a final será dia 6 às 9 horas). A capoeira vai agitar a Praça Antonio Raposo no dia 3, às 20 horas. Para quem curte mais adrenalina, no dia 5, às 9 horas, tem o III Race de Kit Surf na Pontinha. No dia 9, às 10 horas, é a vez da I Etapa de Canoas Havaianas, na Praia do Centro, e dias 19 e 20 tem campeonato de surf e final de vôlei de dupla em Praia Seca.
Na área de educação e cultura, a programação também é extensa. Entre os dias 2 e 4, acontece a III Jornada Pedagógica, a partir das 9 horas, na Igreja Internacional da Graça de Deus, próximo à Praça Antônio Raposo. No dia 4, às 20 horas, no Espaço de Integração Popular tem o espetáculo “Algumas de Aristeu”, com o grupo Teatrama. Uma Gincana de Artes Plásticas também faz parte das festividades de 152 anos de Araruama. Ela começa dia 5 (das 10 às 18 horas), e termina dia 6, com premiação às 18 horas, sempre na Praça Antônio Raposo. A garotada também poderá curtir uma noite de contação de estórias, às 19 horas do dia 5, no Espaço de Interação Popular. E no dia 10, às 20 horas, tem lançamento do livro “As matrizes de Araruama e São Vicente”, de Emmanuel de Macedo Soares, no salão iconográfico do teatro Municipal da cidade.
Mas, em toda festa, tem que ter música. E no aniversário de 152 anos de Araruama, a programação musical é bastante variada. Começa no dia 4, às 21 horas, com Mauro Costa Júnior (na Concha Acústica), Banda Ethernal Chistal (Praça de São Vicente) e Glauco Zulu (na Pontinha). Dia 5, no mesmo horário, tem Banda Big Bee (Concha Acústica) e New Life (Praça de São Vicente. A grande atração da noite, Jorge Ben Jor, se apresenta às 23 horas, na Pontinha. No dia 6, data do aniversário de Araruama, os shows ficam por conta de João Marques (Concha Acústica) e Clayton Rossi (Praça de São Vicente) às 20 horas, e de Jeito Moleque, às 23 horas, na Praça de Eventos da Pontinha. Na segunda-feira, dia 7, a programação musical continua, às 21 horas, com gravação do DVD gospel de Fabiano Barcellos na Pontinha. E nos dias 11 e 12 Oficina G3 e Fernandinho se apresentam no projeto “Todos Verão Jesus”, também na Pontinha.
Prefeitura de Araruama 

São Pedro já se prepara para o Carnaval

Março já se aproxima e os preparativos para o carnaval da estância turística que encanta tantos públicos já estão a todo vapor. A Secretaria de Turismo de São Pedro está organizando um carnaval para todas as idades. A expectativa é que a rede hoteleira fique com 100% da capacidade ocupada e que o município receba 15 mil turistas por dia. De 5 a 8 de março a cidade terá atividades como Shows no Coreto da Praça Gustavo Teixeira (Praça da Igreja Matriz) todas as noites com bandas tocando marchinhas de carnaval, samba enredo e axé, matinê nos dias 6 e 8 com músicas infantis, além do tradicional Bloco de Rua do Hotel Fazenda São João no dia 6.
“A Diretoria de Eventos está preparando decoração para deixar a cidade no clima carnavalesco. Queremos mais uma vez realizar um carnaval com segurança e voltado exclusivamente a diversão e bem estar dos munícipes e turistas que curtirão a festa do rei momo", declarou o secretário de Turismo de São Pedro, Peterson Cássio.
Outra ação disponível em São Pedro será o CARNAVENTURA – formatada para os mais aventureiros e apreciadores da natureza. Na programação, trilhas para caminhadas e moutain bikes, onde os participantes, sempre acompanhados por monitores, poderão descobrir as belezas naturais de São Pedro e passar um carnaval diferente, em meio a natureza e com muito esporte. A realização do 3° Carnaventura é dos irmão e empresários André e Cacá Fracassi e conta com o apoio da Secretaria de Turismo e ACISP.
Programação:
5/3 – sábado
• Show no Coreto das 21 às 2 horas
6/3 – domingo
• Matinê no Coreto (das 16 às 18 horas);
• Desfile do Bloco do Hotel Fazenda São João;
• Show no Coreto (das 21 às 2 horas).
7/3 – segunda-feira
• Show no Coreto das 21 às 2 horas.
8/3 – terça-feira
• Matinê no Coreto (das 16 às 18 horas);
• Show no Coreto (das 21 às 2 horas).
 
Prefeitura de São Pedro - Publicada por Luciana Alonso Marques

Talento local volta a agitar o Fest Verão

Forró Levanta Saia: muito suinge no Fest Verão

Em mais uma linda noite de verão, o talento local voltou com tudo na programação do Fest Verão Macaé. Na noite desta sexta-feira (28), o Parque Aeroporto recebeu a banda Balacobaco e o cantor Natalício, acompanhado da banda de forró Levanta Saia. No repertório das duas atrações, muito axé, forró e pagode. O Fest Verão continua neste sábado, com Alcione, e no domingo, com Arlindo Cruz. Os shows começam às 22h.

- A inovação que fizemos este ano, de levar o Fest Verão para diferentes locais da cidade, já caiu no gosto popular. Preparamos uma programação bem diversificada, para agradar todos os públicos. E não custa nada lembrar: nos shows principais, é bom chegar na hora pois os artistas estão sendo bem pontuais, disse o presidente da Fundação de Esporte e Turismo (Fesportur), Alex Moraes.

A prefeitura montou estrutura completa para atender ao Fest Verão, com um palco moderno e banheiros químicos. A segurança está sendo feita pela Guarda Municipal, com apoio da Plícia Militar e de homens contratados pela produção dos shows.

Prefeitura de Macaé

 

Mostra de Humor apresenta “Pretas Por Ter” no Teatro Popular

A Cia. Baiana de Risos e a Fundação Rio das Ostras de Cultura apresentam a comédia “Pretas Por Ter” na terceira semana da Mostra de Humor. O espetáculo deve fazer o público dar boas gargalhadas nesse fim de semana, dias 28, 29 e 30 de janeiro às 20h30, no Teatro Popular.

Recorde de bilheteria, “Pretas Por Ter” conta a história de duas baianas “arretadas” que têm que conviver durante numa sala de aula tentando superar o problema da falta de uma professora titular. E ainda de quebra surge Marilyn que aparece no meio da aula para enrolar mais ainda o dia já turbulento das duas.

O grupo, formado por três atores baianos, resolveu montar um espetáculo que discutisse aspectos da cultura afro-brasileira. E assim surgiu o espetáculo que já reuniu uma platéia de mais de 400 mil pessoas.

A Cia. Baiana de Risos existe desde 1990 e durante cinco anos propõe a ‘bisbilhotagem’ em tudo que fosse mérito num artista. “Trabalhamos com personalidades em diversas áreas de artes, buscando sempre o aperfeiçoamento e a compreensão do fazer teatro. Quando chegamos na cidade onde estaremos nos apresentando, interagimos com a comunidade durante uns quatro dias e absorvemos dela costumes e personagens locais. Isso nos dá material suficiente para ser usado no espetáculo de forma a aproximar a platéia dos atores em cena”, conta o diretor Alberto Damit.


Ficha Técnica

Texto: Alberto Damit
Direção: Marco Antonio Lucas e Alberto Damit
Elenco: Alberto Damit (Profa. Altair), Leonardo Pamplona (Marlene), Marco Antonio Lucas (Merilyn) e Xanddy (Off como Diretor)
Figurinos: Marco Antonio Lucas
Cenário: Luciana Lakaster
Fotografia: Renato Neto
Assessoria de imprensa: André Firmino
Programação Visual: Charles Siqueira
Produção Executiva: Jomir Gomes
Direção de Produção: Alberto Damit


Serviço:

Classificação: 12 anos
Teatro Popular de Rio das Ostras: Avenida Amazonas s/n Centro
Tel.: begin_of_the_skype_highlighting              (22) 2760-3119      end_of_the_skype_highlighting
Ingresso: R$20 e meia entrada antecipada, para estudantes, professores e terceira idade
Horário: 20h30
 
(22) 2760-3119

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